Nutrição na Visão do Ballet! – Reviva Nutrição

Nutrição na Visão do Ballet!

Nutrição na Visão do Ballet!

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Estudos mostram que bailarinos podem estar em um grupo de risco para deficiências nutricionais devido ao seu consumo alimentar restrito. Micronutriente como o cálcio é um exemplo, pois, sem quantidades adequadas, as contrações musculares podem ficar prejudicadas. Outros nutrientes também merecem preocupação, como vitamina D, vitaminas do complexo B, zinco, selênio, magnésio, além da quantidade balanceada de proteínas, carboidratos e lipídios, essencial para que a necessidade de ingestão energética seja atingida, pois, muitas vezes o gasto do treino pode superar o consumo diário desse público.

Importante ressaltar sobre o uso indiscriminado e crônico de polivitamínicos: pode ser perigoso! Os nutrientes que devem ser administrados são os que estão em deficiência ou quando estão sendo requisitados pelo corpo em situações de necessidade aumentada, pois o excesso pode trazer malefícios. A formulação e quantidade são individuais.

A rotina de treinamento de bailarinos dedicados a essa arte é intensa, sendo assim, devem dar especial atenção à ingestão de líquidos, eletrólitos e carboidratos em treinos longos, a fim de manter o desempenho das habilidades motoras, evitar fadiga precoce e queda no rendimento. Os suplementos podem auxiliar na realização dos objetivos nutricionais específicos, a fim de complementar o plano alimentar. Procure aconselhamento de um profissional nutricionista para avaliar a necessidade do uso.

Existe uma pressão para manter um baixo peso corporal, algumas vezes sem levar em consideração a avaliação da composição corporal (relação massa magra x massa gorda), especialmente em estilos como ballet, podendo levar a um desequilíbrio se não forem corretamente supervisionados.

 

Caroline Mota | Nutricionista

Pós Graduada em Nutrição Clínica e Esportiva

CRN6 14141

Referência: Sousa MCarvalho PMoreira PTeixeira VH. Nutrition and nutritional issues for dancers. . Med Probl Perform Art. 2013 Sep;28 (3):119-23.

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